Fanfics


 Fanfic é abrviação do termo em inglês fan fiction, ou seja, "ficção criada por fãs". É algo feito por terceiros, que são geralmente os fãs de algo, que não tem nada à ver com o enredo oficial da história/música/etc.

Este é um espaçinho para vocês enviarem algo que fizeram sobre Rockin' Heaven ou Vocaloid. Pode ser um desenho, montagem, música, vídeo, história, o que a sua imaginação criar!

Apenas envie a sua "fanfic", nome ou apelido, idade, site/blog/fórum e uma pequena mensagem -idade, mensagem e site/blog/fórum não obrigatórios- para chronic_kek@hotmail.com ,que eu verei e postarei aqui !

Sejam criativos! ^^

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Fanfics:

Desenhado por: Lindinha Vocaloid / Tammires

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Nome: Melk.@
Blog: www.animesemangasevocaloid.blogspot.com
Personagem desenhado: Kagamine Len

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Vocaloid's Valentine por Mildra Cassandra Ruibarvo
Nota da autora

Olá... Antes de vocês lerem e provavelmente acharem uma droga, gostaria de dizer que essa é a minha primeira fanfic publicada. Então imaginem como estou nervosa. Ui! Sinto até calafrios... Bem, gostaria de agradecer primeiramente a uma de minhas melhores amigas, que sempre me encorajou com esse negócio de escrever e por ter me apresentado Vocaloid, que aí me deu a ideia de escrever sobre eles. Depois eu gostaria de agradecer a vocês, que estão lendo. Ainda me sinto nervosa... Olhe, só mais um aviso, pra vocês poderem ler. Eu senti um pouco de dificuldade a escrever sobre os personagens, porque como eles já foram criados, eu não sei a personalidade deles, por exemplo, com a Miku. Acho que ela é imediatista e um pouco entusiasmada demais, o que me deu um pouco de problema em criar a história dela. Outra coisinha não estranhem se a história correr rápido demais, pois só tem cinco capítulos e é uma história curta. Bem, não vou mais enrolar.
Obrigada por lerem a minha notinha básica,
Mildra Cassandra Ruibarvo.
(Mildra Cassandra Ruibarvo é um pseudônimo, tá gente? Meu nome verdadeiro é Beatriz Ferreira. Chamem-me de Bia mesmo, só pra avisar.)

Capítulo 1 ˜
Miku descobre o amor azul
Miku desligou o despertador porque não poderia mais ignorá-lo (quem dera pudesse fazê-lo), mas simplesmente já tinha ficado meio surda com a musiquinha irritante. Tinha de se lembrar de não deixar Kaito mexer nas suas coisas que faziam barulho novamente, pois elas acabavam fazendo barulhos extremamente irritantes. Que horas eram? Inclinou-se um pouco e tirou o cabelo dos olhos. Nove e meia! Meiko servia o café nove horas da manhã. Se não tivesse tomado saquê demais na noite anterior, é claro. Mas Miku tinha que se arrumar rápido se quisesse comer alguma coisa. Kaito, Gakupo e Len geralmente comiam tudo o que viam pela frente de manhã, então não sobraria nada para ela, Luka, Meiko e Rin. Rin e Len eram gêmeos, e Len era apaixonado pela irmã, então óbvio que guardaria algo pra ela comer mais tarde ou coisa do tipo. Gakupo era louco por Luka ( e ela por ele. Mas ninguém sabia porque os dois não namoravam logo de uma vez.) então talvez desse uma maçã pra ela. Kaito ia guardar qualquer coisa pra Meiko porque era a irmã mais velha dele, então temia que ela nunca mais fizesse nada pra ele comer. Mas... Miku ia ficar de fora. Ela era filha única, e, além disso, ela fora a única de sua família a entrar na escola Vocaloid. Então ou ela se arrumava rápido e sua ou perdia o café da manhã. Enquanto se levantava e penteava o longo cabelo, uma batida na porta tirou sua atenção. Pensando que era Rin, disse:
- Pode entrar Rin!
- Ér... Não é a Rin. É o Kaito. Meiko disse que não poderíamos tomar café sem você.
Miku ficou com as bochechas coradas, como sempre ficava quando Kaito falava com ela.
- Ah... Kaito pode entrar, estou vestida. Só estou penteando meu cabelo.
- Certo.
Kaito entrou e se sentou na beirada da cama.
- O que Meiko fez para o café da manhã hoje? – Miku perguntou. Era uma pergunta besta, realmente. Mas Kaito sempre mexia com ela de um jeito inexplicável. Miku fez uma Maria Chiquinha com o cabelo, como sempre, e passou o lápis pelos olhos de um azul claro. –Estou pronta.
Kaito estava meio que deitado em sua cama, brincando com o cachecol azul escuro, olhando ela fazer o ritual de se arrumar de manhã.
- Já podemos ir?
- Sim.
- Meiko fez seus famosos bolinhos de arroz para hoje. Mas Gakupo já deve ter comido tudo a essa hora.
- Desculpe por Meiko ter feito você vir aqui.
Kaito olhou para Miku, depois para frente, para poder abrir a porta.
- Na verdade ela não falou nada. Só disse para esperarmos você descer. Eu vim por vontade própria.
Miku corou um pouquinho. Ele veio por vontade própria? Ele se importa comigo?
- Ah... Bem... Obrigada, então.
Entraram no elevador e apertaram o número 4.
- De nada. Tenho quase certeza que faria o mesmo por mim, não é?
Olhou nos olhos de Miku e ela corou de verdade.
- Claro que faria.
Porque Kaito estava agindo daquele jeito? Qual era o objetivo dele com aquilo?
A viagem no elevador parecia não ter fim, até que finalmente parou e Kaito falou calmamente:
- Chegamos.
Mal viraram no corredor e Meiko já estava na porta do 6D, com cara de aborrecida.
- Miku, que horas você foi dormir ontem?
- Umas dez e meia... Desculpe Meiko, mas...
Meiko se virou para Kaito.
- E você, hein? Pensei que tinha ido apressá-la, não vê-la se arrumar!
- Meiko, você está um pouco irritada...
- Andem! Os dois! Se não darei carta branca a Gakupo para ele comer tudo!
Ouviu-se a risada harmoniosa de Gakupo e Luka da cozinha.
Miku, Kaito e Meiko pararam no corredor longo pintado de vermelho, com alguns quadros deles, do apartamento de Meiko.
- A quanto tempo eles estão lá? – Miku perguntou.
- Desde que eu saí pra esperar vocês na porta. – Meiko respondeu.
- Vamos deixá-los lá?- Disse Kaito.
Enquanto os três espiavam e tentavam ouvir a conversa, Rin e Len vieram da sala branca e calma de Meiko como dois diabinhos.
- O que vocês estão ouvindo? – Perguntou Rin com inocência, mas com um sorriso travesso tão familiar.
- Deixe de ser boba, Rin. - Falou Len, com ar de “eu sei de tudo”.
- Fiquem quietos os dois também!- disse Meiko.
Os dois se viraram para escutar junto com os outros a conversa de Gakupo e Luka. Kaito e Miku estavam vendo o amor acontecer ali, mas esqueceram que eles também partilhavam a mesma coisa. Kaito sem querer encostou a mão na de Miku, que corou e afastou a mão.
- Desculpe. – Disse Kaito, que sem querer se desequilibrou e caiu por cima e Miku, Meiko, Len e Rin.
- Ai!- Disse Rin.
- Meiko, sai de cima de mim! – disse Len, um pouco aborrecido.
- Só poderei sair de cima de você quando a Miku sair de cima de mim! – Disse Meiko, dando uma cotovelada em Miku.
- Ai Meiko! Kaito, sai de cima de mim!
Mas Kaito estava encarando um irritado Gakupo.
- O que vocês estão fazendo aí, hein?
Luka veio atrás dele.
- G...
- Calada, Luka.  Quero ouvir a explicação deles de o porque eles estavam escutando nossa conversa.
Depois de muito esforço para tirar Kaito de cima dela, Miku conseguiu se levantar. Quando ia abrir a boca para falar com Gakupo, Kaito se meteu em sua frente de uma forma protetora.
- Só queríamos saber se iam fazer mais um dueto ou coisa parecida. Dependendo da música, eu e Miku vamos fazer “Magnet”. Enquanto Rin e Len vão fazer “Romeo & Cinderella”. Então queríamos saber qual dueto vocês vão fazer.
- “Cantarella”. – Gakupo ainda estava desconfiado, mas não iria descontar sua raiva em ninguém.
Rin e Len, como sempre para criar confusão, falaram:
- Nós vamos fazer um dueto?
Mas Meiko estava lá e disse sorrindo.
- É claro que vão. E vocês farão “Romeu & Cinderella” porque ninguém consegue alcançar a perfeição nessa música, só vocês dois.
Rin e Len ficaram satisfeitos com isso e saíram correndo, gritando:
- Vamos ensaiar!
Meiko gritou em resposta:
- Não vão tomar café?
- Já tomamos!
E com isso fecharam a porta e foram pro apartamento que eles dividiam.
- Bem, eu já tomei meu café. Luka, nos encontramos lá embaixo? – Perguntou Gakupo.
- Claro. – Respondeu Luka, vendo Gakupo sair para seu apartamento. Vendo que se ficasse, teria de dar respostas a Meiko e a Miku, resolveu sair. – Meiko, o café estava uma delícia. Mas tenho que ensaiar minha parte em “Cantarella”. – Com isso, saiu também.
Meiko suspirou. Ela não iria ficar segurando vela pra ninguém.
- Olha, se vocês não se importam, eu vou dormir. Já tomei café, só falta vocês dois.
E com isso saiu também.
Kaito ficou vermelho e Miku também.
- Bem, vamos tomar café?- Disse Kaito, pra dissipar a tensão do que Meiko dissera.
Miku não faria como Luka. Miku não iria simplesmente fingir que Kaito não era o amor da sua vida. Ela não poderia simplesmente negar. Coisas assim, quando negadas, só trazem problemas e situações constrangedoras. Porque ela tinha que ruborizar e se envergonhar, quando era dada a oportunidade de ela olhar para ele e rir? Miku já tomara a decisão. Ela encontrara a sua alma gêmea indo atrás de seu sonho de cantar, e não iria deixá-la simplesmente ir embora.
- Porque você me defendeu de Gakupo, Kaito? Porque entrou na minha frente?
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š Capítulo 2
Kaito encontra sua princesa nº 1
 Kaito sabia a resposta para aquela pergunta. É claro que sabia. Mas Miku era tudo... Menos pra ele. Kaito a amava, claro. Quem não amaria Miku? Ela estava pronta para levar uma bronca de Gakupo por todos eles, e se não fosse por uma atitude impulsiva de Kaito, ela teria levado. Mas Kaito simplesmente não podia deixar brigarem com Miku. Sua Miku. Quando ela chegou à escola, ele sabia que ele seria dela eternamente. Miku era simplesmente diferente. Ela não se importava com o que os outros pensavam dela, só queria ser tratada como a princesinha de todos. Mas ela não era egoísta ou metida. Ela era simplesmente boa, simplesmente legal, simplesmente... Miku.
- Kaito? – Disse ela, com um ar de curiosidade.
- Eu a defendi porque você faria o mesmo por mim.
Ela sorriu com um ar zombeteiro.
- Então eu faria tudo por você e você por mim, é? Porque acha isso? – Perguntou com aquele ar brincalhão que conseguia mexer com ele.
- Porque nós somos amigos. – Respondeu ele – Não quer geleia?
- Não, obrigada – disse ela, pegando o suco de pêssego e colocando num copo de vidro – Mas eu sou amiga de Len. Porque ele não fez tudo isso que você fez? – Ela levantou uma sobrancelha.
- Porque ele tem quatorze anos e não bate bem da cabeça. – Disse Kaito, pegando um pote de sorvete da geladeira.
- Você disse a Gakupo que iríamos fazer “Magnet” juntos. Porque mentiu?
- Eu não menti, eu ia pedir pra você para fazer esse dueto comigo. Só isso. – Miku passou o dedo indicador no sorvete recém-aberto que Kaito colocara em cima da mesa.
- Você sabe que pra essa música os dois cantores precisam ter intimidade.
- E nós não temos? – Kaito já percebera que ela o estava convidando para um jogo que ele não sabia se queria jogar. Mas não teria como dizer não a Miku. – Miku, somos amigos. Não...
- Não nada! – Miku bateu a mão na mesa – Chega de jogos, Kaito!
Kaito simplesmente piscou para ela. Ele estava entrando em curto circuito.
- Você me provoca a manhã inteira. Faz-me topar com um dueto que eu mal sei cantar. Então não me diga agora que somos apenas amigos...
- E o que você queria?  -Kaito se levantou também, agora estavam a um suspiro de distância
- Eu quero mais do que isso, Kaito! Não vê?
- O que eu não vejo Miku?
Miku suspirou fundo e ia se afastando, mas Kaito pegara o queixo dela com o polegar.
- Não me ignore, Miku. Assim você me deixa louco. Responda-me.
Miku se inclinou para frente, na direção de Kaito. Foi um impulso, que acabou fazendo com que as bocas deles se colassem uma na outra.
- Que somos perfeitos um pro outro.
Suas bocas se juntaram novamente, dessa vez com as línguas procurando uma pela outra. Os braços de Miku enlaçaram o pescoço de Kaito, que passou os braços ao redor da cintura de Miku.
Separando as bocas por um momento, Kaito disse:
- Eu vou tentar te fazer feliz.
- Sempre esperei que o fizesse. Eu amo você, Kaito.
- Eu amo você, Miku.
Sem se importar com o futuro e com o peso dessas palavras, Kaito simplesmente aceitou o sentimento novo que agora compartilhava com Miku. Agora, o que importava era Miku e apenas ela.
Miku era, e sempre seria sua princesa número um.
TTT
Capítulo 3
Luka chora por seu amor de cor roxa
Luka estava simplesmente farta daquela situação com Gakupo. Sozinhos, ele a tratava como se fosse única pra ele. Na frente dos outros? Era como se ela nem existisse. Ou eles eram apenas amigos. Só que Luka estava se cansando do “apenas amigos”. Ela não iria cantar “Just Be Friends” para Gakupo. Não mesmo. Gakupo era simplesmente perfeito pra ela. Ele era sério, e ao mesmo tempo divertido. Sabia encarar os problemas calmamente, e não era como os outros homens, que a tratavam como “Megurine Luka” para ele, ela era apenas “Luka”. Ou como ele geralmente a chamava “Seu anjo cor-de-rosa”. Luka sabia que tinha que dizer para Gakupo que ela queria mais, mas tinha medo de no final, ela ser apenas uma amiga para Gakupo. Não sabia ao certo porque de ele ter lhe convidado para fazer um dueto. Luka gostava de “Cantarella”, mas pensava que ele iria pedir para Meiko fazer par com ele. E no café ele pede todo meigo para ela fazer o dueto. Claro que Luka aceitara. Não tinha como recusar com os olhos violetas de Gakupo olhando como se ela fosse a única mulher na terra. Mas a raiva dentro dela continuava a crescer. Porque ele age de modo tão diferente na frente dos outros? Eu sou... Indigna? Luka estava simplesmente de saco cheio. Levantou-se de sua cama e jogou os papéis com as letras das músicas na parede, perto da porta, por onde Gakupo ia entrando. Ele conseguiu desviar, mas Luka não conseguiu deixar de corar.
- O que os papéis lhe fizeram, hein, meu anjo cor-de-rosa? – Perguntou Gakupo
- Por favor, não me chame assim. – Luka olhou para o lado.
- Porque não? Combina perfeitamente com você.
- G... Porque quando estamos sozinhos você age de um jeito, e na frente dos outros eu sou apenas mais uma?
Gakupo a olhou e estreitou os olhos, tentou entendê-la. Não conseguiu.
- Como?
Luka se levantou e começou a andar de um lado pro outro na frente dele.
- Isso mesmo! Você age como se eu não importasse quando estamos na frente dos nossos amigos. É como se não quisesse que ninguém soubesse que você e eu temos intimidade...
- Sim, eu sou uma pessoa reservada. Acontece de vez em quando.
- Por quê? G., você acha que os outros já não perceberam?
- Olhe Luka, não é isso...
Luka parou. Olhou para ele.
- Eu sou indigna, por acaso? Eu não lhe agrado o suficiente?
Gakupo olhou para ela.
- Hein?
- Saia, Gakupo, por favor. Deixe-me sozinha.
- Não, Luka, o que deu em você?
- A realidade, Gakupo, de que você não gosta de mim. Agora saia.
Lágrimas quentes corriam pelo rosto de Luka quando ela fechou a porta na cara de Gakupo. Sentou-se no pé da porta e começou a soluçar. Encostou seu rosto nos joelhos e continuou a chorar.
Por um amor que talvez nunca acontecesse. 
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œ Capítulo 4 
Gakupo reconhece seu anjo cor-de-rosa
Sentado do outro lado da porta, Gakupo pensava no porque fora expulso do quarto de Luka. Não fazia muito sentido para ele... Ele amava Luka, de fato, mas ela tinha que escolher outra pessoa, porque talvez ele não fosse o cara certo pra ela. Perfeita. Essa era a palavra que definia Luka. Ela tinha aquele longo cabelo rosa que sempre deixava solto. Seu cabelo cheirava a cereja. Sua pele era macia como pêssego e ele era simplesmente gamado nela. Todos já haviam percebido isso, menos Luka. Ah... E como Gakupo gostaria que isso ficasse em segredo. Mas esconder isso fazia Luka sofrer, e Gakupo preferia uma espada lhe atravessando o coração a ouvir Luka chorar do jeito que estava chorando do outro lado da porta. Ele não era um homem sentimental, mas ver as lágrimas de Luka o faziam querer chorar. Ela não podia sofrer. Não era para ela sofrer.
Chega.
Ela era seu anjo. Sua salvação. Seu amor. Não iria deixá-la chorar mais desse jeito por ele. Ele não merecia tanto dela.
Ele a amava.
Gakupo nem teve tempo de lidar com o choque que foi admitir aquilo para si mesmo.
Porque agora tinha que admitir isso para a pessoa certa, e ela estava do outro lado daquela porta.
Bateu com toda a força que pode, até ela abrir.
- O que foi? – Luka fungou um pouco, até se deparar com ele na porta – O que você quer?
Gakupo a abraçou com toda sua força e todo seu sentimento por ela.
- Eu tenho que lhe dizer uma coisa, Luka. Por favor, não feche a porta na minha cara depois disso.
Olhou para ela, esperando que ela lhe desse permissão para continuar.
- Continue. -  disse ela levantando o queixo.
- Eu amo você.
Luka abriu a boca. Fechou. Abriu novamente e som nenhum saiu.
- Certo, eu entendo. – Disse Gakupo e se virou para ir embora, mas os braços de Luka o enlaçaram por trás.
- Não, você não entende. Eu amo você, Gakupo.
Gakupo virou-se para ela e a levantou no colo. Ela enlaçou as pernas em sua cintura e ele ficou segurando-a pelo tronco. Suas bocas se chocaram e a língua dele procurou a dela, e assim continuaram por alguns segundos, até que Luka interrompeu o beijo e disse:
- Pode dizer novamente?
Gakupo sorriu.
- Eu amo você, meu anjo cor-de-rosa.
RRR
\ Capítulo 5 \
Meiko e suas esperanças de amor
Meiko olhava de sua janela, pressentindo que casais haviam se formado, sentimentos haviam sido revelados, lágrimas haviam sido derramadas e sorrisos haviam se aberto. Mas ela continuaria ali, esperando, aguardando, sua paixão, o seu amor verdadeiro. Meito fora criado para ela, eles eram uma só alma, e por ela, continuariam assim. Meiko tinha medo de que Meito quisesse um pouco mais de espaço, e desde então, ela via o por do sol e pensava que se estivesse com ele, o pôr do sol seria tão belo quanto era agora. Mas não sabia quando Meito iria voltar, e tinha medo de que ele nunca voltasse para ela. Ele tinha a chave do seu apartamento e sabia onde ela morava, mas Meiko estava cansada de ter que esperar por ele. Mas seu coração simplesmente não perdia a esperança de que ele abriria aquela porta e diria “voltei, meu amor, e nunca irei te deixar novamente”. Mas... Mas nada. Enquanto todos tinham suas histórias de como eram bons e tal, Meiko tinha suas esperanças. Esperanças de que Meito voltasse para ela.
E essa esperança vinha desfalecendo a cada dia que passava.
E ela não aguentava mais.
Ela se sentou e colocou as mãos sobre o rosto. Não poderia continuar com essa história idiota de que Meito iria voltar para ela e...
A porta se abriu e Meiko disse:
- Kaito, ainda tem sorvete na geladeira. Por favor, me deixe sozinha. Não estou afim de conversar.
Mas não ouve resposta nem bater de porta, então Meiko se virou.
E decidiu que foi a melhor coisa que fizera.
Meito estava lá, do mesmo jeito que havia saído com aquele lindo sorrisinho maroto que ela tanto amava.
- Bem, eu pensei que você ia me receber com um abraço, mas pode deixar, eu supero.
Meiko se levantou e correu para os braços de Meito
- Eu sabia que você ia voltar.
- Eu nunca deixaria você pra sempre, Meiko.
- Eu amo você.
- Eu amo você, Meiko.
- Onde está Kaito?
- Eu o vi com a Miku... – Disse Meito, que sorriu e olhou para Meiko – vamos deixá-los a sós, que tal, hein querida?
- Ora, Meito!
- Vamos recuperar o tempo perdido, meu amor.
- Ah vamos...
No final, Meiko pensou, todos encontram suas almas gêmeas. 
[[[
Fim.
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